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domingo, 6 de novembro de 2022

Fama e Ódio (Carlos Antonio de Barros)

 

(…) as pessoas são odiosas.


Nós somos famosos mesmo, muita gente nos odeia.”


Capa: Elohim Barros e Renata Mein



Fonte: Felitti, Chico. Elke: Ricardo e Vânia: O maquiador, a garota de programa, o silicone e uma história de amor. 1. ed., São Paulo: Todavia, 2019, p. 38.

Invisibilidade (Nat Lopês)

 

Como pode uma pessoa invisível e, ao mesmo tempo, conhecida passar entre nós sem envolvimento algum?


Este é um retrato da cidade e de nós mesmos, somos todos esquizofrênicos, ou seja, muito loucos em nossa sanidade.”


Capa: Elohim Barros e Renata Mein




Fonte: Felitti, Chico. Elke: Ricardo e Vânia: O maquiador, a garota de programa, o silicone e uma história de amor. 1. ed., São Paulo: Todavia, 2019, p. 57.

domingo, 30 de outubro de 2022

Humor, por Zé Celso Martinez Corrêa

 

O maior dom do senso de humor, é fazer rir do outro sem ele perceber, revelar o ridículo que existe por trás da realidade.”


Capa: Original de Angelo Bottino para a Storytel



Foto: David Zingg / Instituto Moreira Salles


Fonte: Felitti, Chico. Elke: Mulher Maravilha. 1. ed, São Paulo: Todavia, 2021, p. 151.

Elke (Chico Felitti)

 

Sou uma pessoa que não posso ter âncoras. Tem gente que precisa ter âncoras, e tem gente como eu que não pode ter de jeito nenhum.”


A sabedoria não é de direita. Não é de esquerda. Não é de centro. Ela é de banda.”


Sou odiada pelas pessoas mais velhas, que me xingam nas ruas, e amada pelas crianças, que me dão balas e chicletes” (Revista Veja, 1972)


Ela gostava de dizer que era uma pessoa trágica, não dramática.


O trágico não chora, ele pranteia.”


Se houve uma droga da qual ela manteve distância a vida toda, essa droga era o poder.


Poder mata à beça e é o que mais droga (…) O poder não corrompe, revela. Tá na cara que você se drogou de poder.”


Capa: Original de Angelo Bottino para a Storytel


Foto: David Zingg / Instituto Moreira Salles


Fonte: Felitti, Chico. Elke: Mulher Maravilha. 1. ed, São Paulo: Todavia, 2021, p. 42/43/87/123/144.

Sete sílabas de terra vermelha (Paulo Bentancur)

  Montado em sete sílabas, Jayme Caetano Braun (1994 – 1999) não descuida um verso sequer o generoso horizonte da lírica repentista. O seu ...