domingo, 19 de janeiro de 2025

Brinquedo Ferrorama Estrela XP 100





Modelo: Ferrorama RSV Estrela

Sem/Ano: 40/22

Lote: 65... e "ilegível"

Data Aquisição: 28/09/2024 [usereserva.com]

Preço: R$280,90

Manual de Instruções e encarte: https://drive.google.com/file/d/14ZRK_tUHPYOIdbT3AZEYwIJCVE5-hwlz/view?usp=sharing






Brinquedo Ferrorama Estrela XP 300






Modelo: Ferrorama XP 300 Edição Especial Milton Nascimento A Última Sessão de Música

Sem/Ano: 49/22

Lote Prod.: 16645

Data Aquisição: 25/09/2024 [estrela.com.br]

Preço: R$ 358,04

Manual de Instruções e encarte: https://drive.google.com/file/d/1CzFY_mUDtA-onbzsvDtxM0h3HDfUCMwc/view?usp=sharing








Brinquedo Ferrorama Estrela XP 500 S




Modelo: XP 500 S

Sem/Ano: 39/24

Lote: 20487

Data Aquisição: 23/11/2024

Preço: R$ 488,74 [amazon.com.br]

Manual de Instruções e encarte: https://drive.google.com/file/d/1zqx7hl-n3obqTChkk2SBQg8GApdR6Yc1/view?usp=sharing






quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Pesquisa sobre gastronomia Missioneira da Rafa

 Link para participar:

https://forms.office.com/r/65NhEQUwgr

Olá, espero que estejam bem!

Sou Rafaely Reggiori, mestranda em Turismo e Hospitalidade na Universidade de Caxias do Sul  - UCS, gestora de processos e cozinheira, natural de Giruá/RS e pesquiso a Gastronomia Missioneira para o Turismo.
Gostaria de pedir, por gentileza, que respondam ao questionário acima. Ele é rápido e destinado a pessoas que nasceram, moram ou moraram por pelo menos um ano na Região das Missões/RS. Sua contribuição é muito importante!

Saudações missioneiras,
Rafaely 



domingo, 22 de dezembro de 2024

Protagonistas - Roberta Ensslin por Guido Rodríguez - Especial República de Corrientes

 Protagonistas

Mujeres artistas y una conexión especial por el fuerte legado del chamamé

Por: Guido Rodríguez, Especial República de Corrientes - 20 de Diciembre, 2024


Hace unos días se celebró la 3.ª edición del Festival Nacional e Internacional Chamamé de las Mujeres, en el parque Camba Cuá, de la ciudad de Corrientes. Dentro del grupo selecto de artistas, República de Corrientes pudo dialogar con Roberta Ensslin, que viajó exclusivamente desde el pueblo La Candelaria, en el estado de Río Grande do Sul. Esta intérprete del sonido gaucho, que tiene como característica esa región del Brasil, nos comentó cómo llegó a cantar chamamé. En 2002, en un certamen donde estaba participando, Luis Marenco, un cantor reconocido de Brasil, era integrante del jurado la estuvo observando en su forma de cantar y le consultó si escuchaba a las cantoras Teresa Parodi y Ramona Galarza. Ante la negativa, Roberta empezó a hurgar un poco más sobre las intérpretes. Un amigo le grabó un cassette de 20 grandes éxitos de la cantante de Pedro Canoero. A partir de allí descubrió un aporte maravilloso y comenzó a interpretar su obra, cantando en idioma español, en distintos festivales.

También inició un curso en este idioma para poder expresarse mejor, de esta manera fue indagando en  otros intérpretes del chamamé.

También nos cuenta que tiene un repertorio musical en base al trabajo de Ramona y Teresa titulado Correntinas, que fue grabado en vivo. Roberta se emociona y explica su admiración por estas cantoras nacidas en este suelo. Además, sostiene que el chamamé hoy tiene excelentes vocalistas y mantiene un contacto con muchos amigos de este género musical. 

Sobre su visita a la ciudad de Corrientes, consideró una experiencia maravillosa,  porque descubrió la idiosincrasia del ser correntino, que brinda su manera de ser, cálida y amorosa. Mantuvo contacto con varios amigos que se acercaron desde zonas como Goya y San Luis del Palmar, y las provincias del Chaco y Santa Fe. También comentó que es amiga de varios músicos como David Junior y, en un festival  que se realiza en Río Grande do Sul, organizado por la familia Guedes, pudo establecer una amistad con la agrupación de Chamamé Kuñá.

Roberta Ensslin, conocida en las redes sociales como La Inolvidable, mantiene su sueño de poder volver a esta tierra y  presentarse en el escenario mayor Osvaldo Sosa Cordero, en el anfiteatro Cocomarola, para el marco de la Fiesta Nacional del Chamamé. Mantiene una impronta a la hora de interpretar este género musical, que hoy ya es trasciende fronteras como Brasil y Paraguay. Ha registrado varios trabajos discográficos que hoy son reproducidos en distintas plataformas como Spotify o YouTube. Esta cantante representa una región del Brasil  que hace varios años ha adoptado el chamamé como una música propia y muchos de los intérpretes nacidos allí la ejecutan con mucho respeto. Es por ello que Roberta no escapa de esa posibilidad y sus presentaciones se caracterizan por el cariño y la pasión que fue adquiriendo con el paso de los años. Ella trata y busca por todos los medios mantener una estrecha relación con Corrientes, que la hechizado con el payé y ahora es una de las intérpretes que sigue adelante por la difusión de este género musical.

Íntegra:

https://www.republicadecorrientes.com/59561-mujeres-artistas-y-una-conexion-especial-por-el-fuerte-legado-del-chamame?fbclid=IwY2xjawHVAONleHRuA2FlbQIxMQABHUPlRdfhlByVezBDQ979NuND9qsV_O-qNdiW-RK_5UmRIZBzRFgCPEJv7Q_aem_KZsyYmbr7kyZs5UDzePYjA


Crédito imagem:

https://visitcorrientes.tur.ar/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-10-at-13.57.28.jpeg

No es tarde... con Roberta Ensslin

 

https://open.spotify.com/episode/2X2jfvm6xQlrt0dEHLUv3k 

https://folkloreenred.com.ar/roberta-ensslin-la-inolvidable-en-no-es-tarde/

sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Último parágrafo (antes da conclusão) da teoria das emoções de Sartre (1939)

 

Junto à emoção, uma consciência reflexiva pode sempre se dirigir. Nesse caso a emoção aparece como estrutura da consciência. Ela não é qualidade pura e indizível, como é o vermelho cor de tijolo ou a impressão pura de dor – e como ela deveria ser segundo a teoria de James. Ela tem um sentido, ela significa alguma coisa para minha vida psíquica. A reflexão purificadora da redução fenomenológica pode compreender a emoção na medida em que ela constitui o mundo sob a forma mágica. “Acho-o detestável porque estou furioso.” Mas essa reflexão é rara e necessita motivações especiais. Geralmente, dirigimos junto à consciência emotiva uma reflexão cúmplice que percebe, certamente, a consciência como consciência, mas enquanto motivada pelo objeto: “Estou furioso porque ele é detestável”. É a partir dessa reflexão que a paixão vai se constituir.

Capa: Projeto gráfico de Néktar Design

Foto da capa: Jean-Paul Sartre, 1951. Foto de Philippe Halsman (Magnum Photos)

Fonte: Título original: Esquisse d’une théorie des émotions. Primeira edição na Coleção L & PM Pocket Plus, agosto de 2006. Sartre, Jean-Paul, 1905-1980. Esboço para uma teoria das emoções. Tradução de Paulo Neves. Porto Alegre: L & PM, 2013, p.89

quinta-feira, 15 de agosto de 2024

Paris, 1800 (François Taillandier)

 

As ruas do Marais estão, nessa época, longe de serem as de um bairro da moda e altamente cobiçado em que hoje se transformaram. Um pouco mais tarde, quando o jovem Victor Hugo buscar um alojamento módico para ele e sua família, escolherá uma casa na Place des Vosges… Esse hoje renovado e prestigiado bairro, que se desenvolveu no início do século XVII, é então o bairro dos lojistas, dos artesãos, dos funcionários públicos, dos que vivem com pequenas rendas. Estudante e depois escrevente de procurador, o jovem Balzac saltita por essa grande cidade de ruas estreitas, barulhentas, bastante sujas, da qual descobre, no escritório do seu patrão, as pequenas questões de casamento e herança, os conflitos comerciais, as comédias e os desastres.

A Paris do início do século XIX oferece uma fisionomia bastante diferente da que conhecemos e que é, para muitos, o legado de Haussmann.

A não ser pela Notre-Dame e a parte mais antiga do Louvre, mais ou menos cercadas de casebres, assim como o Panthéon (que a Restauração chama novamente de igreja Sainte-Geneviève) e os Invalides, construídos no reinado de Louis XV, nenhum dos pontos de referência que estruturaram a Paris de hoje está presente. A cidade se estabelece entre os grandes bulevares do norte e, ao sul, na margem esquerda do Sena, os traçados dos atuais Boulevard de l’Hôpital, Saint-Marcel e de Montparnasse até os Invalides. Fora desses limites já estão os faubourgs, a periferia. Há terrenos baldios no que se chama a planície de Grenelle, Vaugirard é um vilarejo, veem-se hortas no atual 11º distrito. As grandes artérias como o Boulevard Saint-Michel ou Sébastopol não existem. O centro de Paris é um entrelaçamento de ruelas estreitas, frequentemente insalubres, das quais Restif de la Bretonne e Louis-Sébastien Mercier, antes e durante a Revolução Francesa, nos deixaram quadros surpreendentes.

Um elefante reina no meio da Place de la Bastille, maquete de gesso e ferro de um monumento projetado durante o Império. Hugo situará nas entranhas desse elefante um episódio célebre de Os miseráveis.

A cidade possui mais água limpa desde que Napoleão abriu o canal de Ourcq para revitalizá-la. O cunhado de Balzac, Surville, marido de Laure, que é engenheiro, participa de sua manutenção. Como todos os grandes soberanos, Napoleão havia sonhado em transformar Paris e ordenou obras de embelezamento das quais restam projetos, titânicos aliás, que não teve tempo de levar a cabo, o que talvez seja bom. O imperador deixará em Paris apenas algumas pontes marcadas por um N. O Arco do Triunfo está sendo construído e não é a monarquia restaurada que vai se apressar para impulsionar os trabalhos…

A Concorde, já ornada de prédios grandiosos de Gabriele, que datam de Louis XV, é um terreno baldio. Murmura-se que os animais de tração bufam ao passar pelo local da guilhotina de tanto que a terra, naquele lugar, impregnou-se de sangue. A Champs-Elysées é um passeio arborizado onde se vai durante o dia tomar ar fresco e assistir a números de saltimbancos, mas que é evitada à noite: o lugar não é muito seguro, e a prostituição impera. A atual Avenue Montaigne chama-se então “o caminho das viúvas”, o que diz muita coisa.

Em 1815, é nessa mesma área que os cossacos russos estabelecem seus quartéis, o que marcará por muito tempo a memória dos parisienses.

É que a história está em ebulição. Certamente não se ouvia no colégio dos Oratoriens o deslocamento dos exércitos e o estrondo dos boletins de vitória. Nessa época, Honoré tudo assiste dos camarotes. Não resta dúvida de que a família preocupa-se com os acontecimentos políticos: a situação do sr. Balzac lhe impõe que seja bem visto pelo poder, esteja este nas mãos de quem estiver. A desastrosa e terrível expedição a Moscou marcou, no Império, o início do fim. Depois de anos de uma guerra atroz, impiedosa, ainda a Espanha escapou do domínio da águia. Os ingleses se estabeleceram em Portugal. Em 1813, a coalizão formada por Prússia, Rússia, Alemanha, Inglaterra e Áustria inflige ao imperador uma derrota em Leipzig. Então é possível vencê-lo?! No ano seguinte, face aos adversários decididos a acabar com ele, as forças francesas lutam no seu próprio território. Champaubert, Montmirail, Château-Thierry… Os amadores de estratégias militares afirmam que o gênio do pequeno tenente corso nunca foi tão brilhante. Talvez, mas morre-se por nada, e de agora em diante os franceses o sabem. Ainda mais as francesas, a quem o Ogro tomou os irmãos, os maridos e, agora, os filhos.

Em 31 de março, os Aliados estão na capital. Napoleão abdica em 6 de abril. Louis XVIII, que aguardava os acontecimentos na Bélgica, volta a Paris.

Menos de um ano depois, enganando a segurança dos navios e espiões, o Ogro consegue deixar a ilha de Elba. Desde a sua chegada no continente, é saudado pelo mesmo povo que o vaiava alguns meses antes. As coligações se multiplicam. O marechal Ney, que enquanto isso havia se aliado à monarquia, volta atrás e se joga aos pés do Imperador. O rei Louis XVIII foge. Napoleão retoma as rédeas. Tentativa vã: cem dias depois, em Waterloo, o Imperador é esmagado. Esse último retorno custaria ainda alguns milhares de vidas humanas à Europa…

Dessa vez, trata-se de colocar a França em ordem. Pensa-se até em dividi-la em duas, criando um reino distinto no Sul, que teria Toulouse por capital. O duque de Angoulême, sobrinho do rei, ocuparia o trono.

Os Aliados tomam novamente Paris. É difícil imaginar o trauma que isso significa para os franceses. Desde sempre a cidade venera Santa Genoveva, que dizem ter desviado as tropas de Átila da capital com as suas preces. Homem algum se lembra de Paris tomada jamais! Um pouco mais tarde, sob Louis-Philippe, se buscará dotar a cidade de novas defesas: aquelas famosas fortificações, os fortifs, que cederão o espaço necessário, depois de 1960, à construção da perimetral.

Esse é o ambiente no qual se desenrola a adolescência de Honoré de Balzac. O império desmoronado deixa uma França militarmente vencida, profundamente dividida depois de 25 anos de perturbações. Mais de um milhão de franceses morreram em vinte anos nos campos de batalha. Vive-se em meio a uma guerra civil. Os acertos de contas, as delações, os processos sumários se multiplicam. Dumas situará nesses momentos de distúrbio o seu grande romance, O conde de Montecristo.

São os tempos do Terror Branco, que foi, aliás, menos sistemático do que se costuma afirmar: o velho Louis XVIII, depois de ter passado boa parte de sua vida no exílio (exílio esse que não foi, de modo algum, sempre dourado), aspira à tranquilidade e esforça-se, com relativo sucesso, para refrear o espírito revanchista de uma pequena parte de seu entorno, a começar pelo seu irmão, o conde de Artois, que reinará um pouco mais tarde, com o nome de Charles. Diz-se que Louis XVIII era egoísta, medíocre, prudente até a covardia: o que é, sem dúvida, verdade, mas é graças a esses defeitos que ele presta serviços à França, que, então, precisa de tudo, menos de um provocador. Será o primeiro a conseguir fazer funcionar nesse país um regime de tipo burguês e parlamentar. Esse que os franceses chamam de “porcão” traz, ao menos, a paz.

Ao longo desses vinte anos, aconteceram muitas coisas que seriam impensáveis durante a velha monarquia. Filhos de artesãos tornaram-se marechais do Império e têm títulos pretensiosos, os de uma nova e falsa nobreza, recuperada em toda a Europa: duque de Elchingen, duque de Otrante ou príncipe de Moskowa! Camponeses fizeram fortuna; burgueses desconhecidos, vindos das províncias, votaram a morte do descendente de São Luís. Todos aqueles que tinham boas razões para temer uma Restauração foram os sustentáculos mais zelosos da ditadura imperial. Durante mais de quinze anos, os produtos franceses tiveram mercado em toda a Europa. Os fornecedores dos exércitos ganharam milhões. A velha nobreza, na maioria dos casos, está arruinada.

Se Napoleão soube organizar a França depois do período revolucionário e dar-lhe uma estrutura administrativa e legislativa da qual diversos aspectos ainda permanecem em vigor, ele deixa para trás uma França demográfica e politicamente fraca, que irá semear as futuras paixões nacionalistas. O triste sr. de Metternich, o cínico sr. de Talleyrand é que vão assegurar à Europa quase meio século de paz. Mas a preferência popular é injusta: Napoleão permanece o ídolo do povo francês, especialmente entre a geração mais jovem.


Capa: Projeto gráfico – Ed. Gallimard

Retrato anônimo de Balzac. Rue des Archives/The Granger Collection NYC. Extrato do manuscrito O lírio do vale.

Fonte: Taillandier, François, 1955-. Balzac. Tradução de Ilana Heineberg. Porto Alegre: L & PM, 2006. Coleção Biografias L & PM Pocket, vol. 556, p. 25/29

segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Livro – “Porto Alegre De Todos Os Tempos”

 

e-book – grátis!
Uma bela e gratuita oportunidade de conhecer o livro Porto Alegre de Todos os Tempos.
O livro já está esgotado, foi lançado em 2017 e segunda edição em 2018, é um passeio por Porto Alegre seus personagens, histórias e curiosidades.
Reunidas em Porto Alegre de Todos os Tempos são 26 histórias, que incluem nomes como Gilda Marinho, Teresinha Morango, Miguel KGB, Nega Lú, e também lugares inesquecíveis, como o A Esquina Maldita, o Ao Belchior, Bar João, Zé do Passaporte, e muitos outros resgates de um Porto Alegre provavelmente mais legal que a atual.
Pesquisador por hobby que virou paixão, Paulo Palombo Pruss foi fundo para buscar fatos e detalhes que são pouco conhecidos do público, obtidos, também, através da colaboração de seus milhares de leitores na rede social, cujos alguns depoimentos também são relatados no livro tal qual foram escritos.
É isso, espero que gostem, opiniões são bem vindas. 
Abraços
Paulo Palombo Pruss

Fonte: livrospaulopruss@gmail.com

Brinquedo Ferrorama Estrela XP 100

Modelo: Ferrorama RSV Estrela Sem/Ano: 40/22 Lote: 65... e "ilegível" Data Aquisição: 28/09/2024 [usereserva.com] Preço: R$280,90 ...